Julia ganha Prêmio APTR de Teatro por ´Deus da Carnificina´!!

terça-feira, 26 de abril de 2011

A estrela da noite dessa segunda (25) era Bibi Ferreira, que, ao lado de Fernanda Montenegro, foi a grande homenageada da 5ª edição do Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro). Porém, Júlia Lemmertz e Marco Nanini foram algumas das estrelas que mais brilharam no palco do Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro.

Júlia recebeu o troféu de Melhor Atriz, pelo espetáculo Deus da Carnificina. Ela concorreu com Guida Viana, por Dona Otília e Outras Histórias, Mariana Lima, por Pterodátilos, e Totia Meireles, pelo musical Gypsy. Nanini foi consagrado como Melhor Ator por Pterodátilos, ele venceu Antonio Fagundes, por Restos, Leonardo Brício, As Conchambranças de Quaderna e Luiz Furlaneto, de Pterodátilos.

Esbanjando beleza, Maitê Proença subiu ao palco para apresentadar uma das 11 categorias da premiação. Além dela, passaram pelo teatro Cissa Guimarães, Lília Cabral, Malvino Salvador, Leonardo Brício e Guilherme Leme. A comissão julgadora era composta pelas críticas de O Globo Bárbara Heliodora e Tânia Brandão; pelo crítico da Veja Rio, Carlos Henrique Braz; pelos críticos Macksen Luís, Lionel Fisher, Daniele Ávila, Daniel Schenker e Mauro Ferreira e pela produtora e membro do colegiado da APTR Norma Thiré.
-----------------------------------Terra

Parceria afinada de Paulo, Orã, Deborah e Julia em espetáculo

sábado, 23 de abril de 2011

Antes de entrar em cena com Deus da carnificina, uma comédia sem juízo, quarteto compartilha experiências e reforça laços

Durante seis meses, Paulo Betti (58), Orã Figueiredo (45), Deborah Evelyn (45) e Julia Lemmertz (48) encantaram o público carioca com o espetáculo Deus da Carnificina, Uma Comédia Sem Juízo. Em cenas que mesclam humor e ironia, os atores chegam à capital paulista em grande estilo e prometem repetir o sucesso da história que narra os meandros de uma discussão entre dois casais motivada por uma briga entre seus filhos. Na pré-estreia, o quarteto mostrou o segredo do êxito do espetáculo: afinidade, concentração e paixão pelo ato de encenar. "Essa peça dá um soco no estômago. Hoje, me arrepiei em diversas falas do meu personagem. Por exemplo, quando falei sobre as crianças do Congo, me recordei do assassinato dos estudantes no Rio de Janeiro. O que aconteceu lá foi uma carnificina, assim como diz o título da peça", atesta Paulo - intérprete de Alan Reis e que ainda mostra seu talento na televisão no seriado global Lara com Z, estrelado por Susana Vieira (68) -, referindo-se à tragédia na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo.

Par de Paulo na peça, Julia dá vida a Annette. "Levamos para o palco o retrato da sociedade. A violência é inerente ao ser humano, todo mundo aprende a ser socialmente aceitável, mas a natureza é selvagem", acredita a atriz, casada com o também ator Alexandre Borges (45), com quem tem Miguel (11), e mãe de Luiza (22), de relação anterior. "Foi uma loucura fazer Araguaia e a peça ao mesmo tempo. Agora, com o fim da novela, só estou no teatro e será como férias para mim", emenda a gaúcha, citando a trama de Walther Negrão (69). Radicada com o clã na Cidade Maravilhosa, Julia combate a saudade levando consigo fotos da família e um recadinho do marido, com os dizeres: "Amor, muito sucesso e todo meu amor."

Mãe de Luiza (18), da união com o diretor Dennis Carvalho (61), Deborah recebeu ajuda da colega de cena para finalizar o make, no camarim, e comparou sua personagem, Verônica, à realidade. "Nunca passei por situação semelhante por causa da minha filha", diz a atriz, que se divide entre os palcos e as gravações de Insensato Coração. "Vai ser uma loucura. De segunda à quinta gravo e de sexta a domingo apresento a peça. Não sobra nenhum dia livre, mas são fases", destaca. "São Paulo tem um peso forte no teatro. O público paulista é bem formado", diz Orã, que enfatiza um dos pontos fortes do elenco, a amizade. "Temos uma admiração mútua, todos são amigos. Eu e Paulo até viajamos para Nova York, no ano passado", completa o ator carioca, apreciando seu charuto.

Dirigida por Emílio de Mello (45), a produção tem texto original da francesa Yasmina Reza (51). "Já tinha trabalhado com Deborah e Paulo. Os atores são fantásticos, companheiros e generosos. É extremamente gratificante trabalhar com eles", elogia o diretor, orgulhoso. O sucesso da narrativa rendeu uma adaptação para o cinema com direção do talentoso e polêmico Roman Polanski (77). No elenco estão as estrelas de Hollywood Kate Winslet (35), Jodie Foster (47) e Matt Damon (40). A previsão é que o longa seja lançado em 2012.

Se no palco o elenco foi o destaque, na plateia um grupo de deficientes auditivos e visuais deixou a sessão mais democrática, com ajuda de fones para o detalhamento das cenas e de legendas em monitores. "Foi maravilhoso vê-los prestigiando a peça. Me fez prestar ainda mais atenção ao meu trabalho", finaliza Paulo.
-------------------------------------------------------Caras




´Deus da Carnificina´ estréia temporada em São Paulo

sexta-feira, 15 de abril de 2011


 O retrato cômico da classe média ganhou os palcos esta noite com a pré-estreia da peça Deus da Carnificina, uma comédia sem juízo, no Teatro Vivo, em São Paulo. Dirigido por Emilio de Mello, o espetáculo tem no elenco Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti. A noite foi um sucesso e o que não faltou foram astros e estrelas para prestigiar a apresentação.

Desde que foi encenada pela primeira vez em 2006, em Zurique, a peça já rodou o mundo e é sinônimo da tão esperada manifestação das novas linguagens teatrais. No espetáculo, dois casais se encontram para resolver um incidente envolvendo seus filhos pequenos: um deles quebrou dois dentes do outro durante uma briga. Quando a polidez dos adultos dá espaço ao descontrole, a peça alcança seu clímax e promete divertir com belas interpretações.
Fonte: Revista Caras







Deborah Evelyn no Jô!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Ela fala sobre a peça ´Deus da Carnificina´.  Foi divertidíssima a entrevista!  Pra quem perdeu, não deixe de ver o vídeo!

23º Prêmio Shell de Teatro

quinta-feira, 24 de março de 2011

Confira a lista completa dos vencedores do 23º Prêmio Shell de Teatro do Rio de Janeiro:

Música : Marcelo Alonso Neves por “As conchambranças de quaderna”

Iluminação : Tomás Ribas por “Rock Antygona”

Figurino : Marcelo Pies por “Hair”

Cenário :  Daniela Thomas por “Pterodátilos”

Categoria especial : André Curti e Artur Ribeiro pela singular linguagem corporal aplicada no espetáculo “Fragmentos do Desejo”

Direção : João Fonseca por “Maria do Caritó”

Autor: Jô Bilac por “Savana glacial”

Ator : Marco Nanini por “Pterodátilos”

Atriz : Mariana Lima por “Pterodátilos”

*Atriz Homenageada da noite: Nathália Timberg

“Deus da Carnificina” tinha sido indicada nas categorias de Melhor Ator (Paulo Betti) e Melhor Diretor (Emílio de Mello).

Deus da Carnificina em Niterói-RJ

quinta-feira, 17 de março de 2011

Deus da Carnificina – curta temporada no Municipal

Maior sucesso da atual temporada teatral europeia e americana, “Deus da Carnificina” chega ao Teatro Municipal de Niterói para uma curta temporada.

Dirigido por Emilio de Mello, o espetáculo tem no elenco Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti.

Desde que foi encenada pela primeira vez em 2006, em Zurique, a comédia dramática “Deus da Carnificina”, coleciona elogios da crítica internacional e prêmios pelo mundo.

Yasmina Reza é considerada pela crítica especializada a maior autora teatral da atualidade. Argelina radicada na França, ela explodiu nos anos 90 com a peça “Arte”, sucesso em diversos países, inclusive no Brasil.

Desde então, Yasmina não parou mais. Um dos últimos textos apresentados no Brasil, “O homem Inesperado”, dirigido por Emílio de Mello, com Paulo Goulart e Nicette Bruno, estreou em 2006 e foi indicado ao Prêmio Eletrobrás de Teatro nas categorias de melhor atriz e melhor direção.

Numa época em que o mundo busca novas linguagens teatrais, “Deus da Carnificina” mantém o sopro de renovação que a autora Yasmina Reza imprimiu à dramaturgia europeia. O texto, como outros da autora, trata de desnudar o comportamento da classe média.

“Eu escrevo um teatro de tensão, porque as tensões nos governam. Meus personagens são pessoas educadas que pretendem manter a compostura. Mas também são impulsivos, não conseguem manter as regras que impuseram a si mesmos. E é precisamente essa luta contra si mesmo que me interessa”, diz Yasmina Reza.

Sinopse

Dois casais adultos e civilizados se encontram para resolver um incidente envolvendo seus filhos pequenos: um deles quebrou dois dentes do outro numa briga na praça. Nada que os pais não possam resolver. Mas às vezes... Quando o verniz social que protege os adultos da selvageria se quebra, a polidez civilizada dá lugar a um campo de batalha, onde tudo pode acontecer.

Serviço:
Deus da Carnificina – Teatro Municipal de Niterói
Data: 25 a 27 de março e 01 a 03 de abril
Horários: Sextas e Sábados às 21h e Domingos às 20h
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, s/n – Centro
2620-1624
Valor: R$ 60,00 (sessenta reais) todos os dias
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
--------------------------------------Jornal Planeta Oceano

Deborah Evelyn na edição de março da revista Camarim

domingo, 13 de março de 2011

Agora foi a vez da atriz Deborah Evelyn estampar a capa da revista Camarim deste mês de março.  A atriz fala sobre sua personagem na peça Deus da Carnificina e sobre a vilã Eunice da novela `Insensato Coração´.  Confira a entrevista completa:

UMA ATRIZ DE TALENTO

Deborah Evelyn retorna à TV em seu melhor momento profissional


Talentosa é o adjetivo perfeito para definir essa atriz carioca que emociona o telespectador com sua interpretação convincente. Após um período longe da telinha, Deborah Evelyn retorna às novelas na pele de Eunice, uma das vilãs da trama 'Insensato Coração', de Gilberto Braga e Ricardo Linhares.

No folhetim, a atriz interpreta uma mulher invejosa, que faz de tudo para conquistar os seus objetivos. De acordo com a própria, a personagem não tem caráter: "Eunice é completamente manipuladora, se acha o centro do mundo....e que o mundo deve a ela", entregou a intérprete. Sem dúvida, essa será mais uma personagem marcante na vida da atriz. Além da TV, Deborah está no elenco do espetáculo 'Deus da Carnificina', de Yasmina Reza, que entra este mês em turnê pelo Brasil.

Em um fim de semana de fevereiro, a estrela recebeu nossa equipe em seu camarim, e falou sobre o seu início profissional, a importância em atuar e revelou como é a Deborah "fora dos holofotes": "Sou completamente igual a todo mundo", declarou a artista.

A seguir, confira a entrevista dessa atriz notável.

Revista Camarim(RC): Em 'Insensato Coração' , você interpreta uma mulher intensa. Como foi a composição da personagem? Você se inspirou em alguém?
Não especificamente. O texto do Gilberto [Braga] e do Ricardo [Linhares] é muito bem escrito, então é só estudar muito. Está tudo ali nas linhas escritas por eles. Acho que todos nós conhecemos algumas "Eunices".

RC: Qual a sua definição para a personagem?
O Ricardo Linhares deu uma definição para ela que eu acho ótima: a Eunice é a Lady Macbeth de Florianópolis. Guardadas as devidas proporções, ela é isso mesmo: completamente manipuladora, se acha o centro do mundo, acha que está sempre certa e que o mundo deve a ela. É capaz de fazer o que for preciso para conseguir o que acha que merece e usa quem precisar para isso.

RC: Eunice tem um pouco de Beatriz Amorim, sua personagem na novela 'Celebridades' [também escrita por Gilberto Braga]?
A Beatriz era bem mais sofisticada e sua obsessão era pelo marido. Acho que a essência das duas é diferente. O Gilberto [Braga], além de um grande autor, é muito generoso, ele sempre tem ótimas histórias para seus personagens.


RC: Qual a importância da arte de interpretar em sua vida?
Poder viver da profissão que eu escolhi é um privilégio no Brasil, ainda mais quando essa profissão está ligada à cultura, à arte. Eu não sei o que eu seria se não fosse atriz. Não sei se alguma outra coisa me daria o prazer que eu tenho ao interpretar uma personagem.

RC: Como foi o início de sua carreira? Você passou por dificuldades?
Eu cursei a EAD, escola de teatro da USP e, para entrar lá, uma das fases do vestibular é uma prova prática onde você apresenta uma cena para uma banca e para o público. O Walter Avancini estava no público no dia do meu teste e me chamou para fazer a minissérie 'Moinhos de Vento'. Depois disso, fui chamada para algumas outras produções, mas só a minissérie 'Meu destino é pecar' consegui conciliar com os estudos. Quando acabei a EAD, vim para o Rio e fiz minha primeira novela, 'A Gata Comeu', de Ivani Ribeiro.

RC: Qual foi seu primeiro espetáculo profissional? Como se sentiu?
Na EAD eu fiz dois espetáculos que ficaram em cartaz, 'Laços' e 'O Bravo Soldado Schweick'. No Rio, meu primeiro espetáculo foi 'Ligações Perigosas'. Eu me lembro de pensar: "eu estou fazendo o que eu amo e ainda ganho para isso?!?!"

RC: Qual é a sensação de dividir o palco no espetáculo 'Deus da Carnificina' com os atores Paulo Betti, Orã Figueiredo e Júlia Lemmertz?
É maravilhosa!!Nós nos damos muito bem em cena e fora dela e isso é essencial para uma temporada teatral. Além disso, eu assisti a montagem original do espetáculo em 2008, em Berlim, e fiquei muito impressionada, adorei o texto e a montagem.

RC:Com quem você dividiria o Camarim?
Camarim, para mim, é um lugar muito importante; é a extensão da minha casa. Eu preciso poder ficar à vontade no meu camarim; gosto de conversar, relaxar, rir, falar bobagem e até dormir quando for preciso. Então, gosto de dividi-lo com pessoas queridas. Além da Julinha [Lemmertz], Paulo [Betti] e Orã [Figueiredo], com quem eu estou dividindo atualmente, eu adoraria dividir com a Betty Gofman, Renata Sorrah, Malu Mader, Ingrid Guimarães, Flavia Alessandra, Mônica Torres, Claudia Abreu, Emilio de Mello, Otavio Muller, Luiz Henrique Nogueira....enfim, com os meus amigos.

RC: Como é a Deborah Evelyn fora do Camarim?
Completamente normal. Sou a mãe da Luiza, minha filha querida. Sou a filha da Suzanna e do Harold, irmã da Vivian e do Carlos. Sou neta, tia, sobr inha, amiga, prima. . .enf im, sou completamente igual a todo mundo.

RC: Deixe um recado para os seus fãs.
Muito obrigada pelo carinho que eu sempre recebi. Beijos para todos!!!

Jogo Rápido

RC: O que irrita você? Por quê?
Desonestidade, traição. Porque eu gosto de poder ficar à vontade com quem eu gosto. Eu gosto de poder confiar em quem está perto de mim.

RC: Personagens marcantes na TV?
Eu adorei e achei marcantes praticamente todas as personagens que fiz, mas poderia destacar a Beatrizde 'Celebridades', a Alcmena de 'A Muralha' e a Judith de 'Caras e Bocas'.

RC: Seu maior ídolo?
Como ator, Al Pacino.

RC: Seu maior medo?
Perder uma pessoa que eu amo. Na cul tura ocidental , não estamos preparados para lidar com a morte.

RC: Seu maior sonho?
Poder viver a minha vida rodeada das pessoas que eu amo.

RC: Ser atriz é...
...ganhar a vida brincando de "faz de conta". Mas essa "brincadeira" não é fácil não.

Site da revista: www.revistacamarim.com.br

Julia Lemmertz ganha prêmio por ´Deus da Carnificina´!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Julia Lemmertz seguirá com peça: “Se você parar, os deuses do teatro castigam”


Vencedora na categoria melhor atriz de teatro da 4ª edição do Prêmio QUEM 2010 com a peça “O Deus da Carnificina”, Julia Lemmertz falou à revista nesta terça-feira (15) sobre a satisfação em receber o prêmio.
“Ganhar esse prêmio é importante porque é de voto popular. Imagino que grande parte desse público tenha visto a peça. É bacana uma revista premiar o trabalho dos atores”, comentou a atriz.
"É uma peça muito emblemática para o nosso tempo e fala das relações entres pais e filhos. É ácida, mas, ao mesmo tempo, gera reflexão através do humor", completou Julia, que também falou sobre a novela, que termina em abril.
"Araguaia já está na reta final. Minha personagem serve de espelho para muitas mulheres que se apaixonam por homens mais novos, que vivem esse encontro amoroso”, explicou.
Em cartaz com “O Deus da Carnificina” no Rio de Janeiro, a atriz levará o espetáculo para São Paulo assim que terminar a novela. "Quando uma peça está fazendo sucesso, os deuses do teatro castigam se você parar. Quero muito viajar com essa peça pelo Brasil. E adoraria só fazê-la", completou.
--------------------------------------Quem Online

Roman Polanski inicia filmagens de Deus da Carnificina

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Após cumprir prisão domiciliar por sete meses, Roman Polanski (foto) está de volta aos sets. O veterano diretor, responsável por clássicos como Chinatown e O Bebê de Rosemary, deu início ontem às filmagens de Deus da Carnificina.

O longa-metragem é a adaptação da peça teatral homônima de Yasmina Reza, que tem feito sucesso na Broadway, na Europa e também no Brasil. O texto está em cartaz no teatro Maison de France, no Rio de Janeiro, encenado pelo quarteto Júlia Lemmertz, Paulo Betti, Orã Figueiredo e Deborah Evelyn.

A história apresenta dois casais de pais estressados, cujo relacionamento se deteriora à medida que tentam resolver uma briga entre os filhos. No elenco da versão cinematográfica estão Kate Winslet (O Leitor), Jodie Foster (Contato), Christoph Waltz (Bastardos Inglórios) e Matt Dillon (Crash - No Limite).

Apesar da trama ser situada em Nova York, as filmagens estão acontecendo em Paris. O motivo é o impedimento de Polanski de entrar em solo americano, devido à condenação por ter tido relações sexuais com uma menor de idade, há 33 anos atrás.
------------------------------------Adoro Cinema

Julia Lemmertz na capa da Revista Camarim de janeiro

domingo, 9 de janeiro de 2011

Na edição deste mês da Revista Camarim a atriz Julia Lemmertz dá uma entrevista falando, entre outras coisas, sobre sua personagem na peça ´Deus da Carnificina´, como foi sua composição e como o espetáculo vem sido recebido pelo público. Aqui está a matéria completa:


Dupla Jornada
Júlia Lemmertz divide o seu tempo entre o teatro e a televisão

"Filho de peixe, peixinho é?" Nem sempre. Mas, no caso de Júlia Lemmertz esse ditado popular é a mais pura verdade. Foi em casa que a estrela teve o seu primeiro contato com a arte cênica. Filha dos saudosos atores Linneu Dias e Lilian Lemmertz, Júlia iniciou sua carreira ainda criança e é hoje uma renomada atriz. Com quase 20 anos de carreira e um currículo extenso, que conta com mais de quinze novelas e diversos filmes, Júlia Lemmertz com certeza escolheu a profissão certa.

No ar com a novela 'Araguaia', de Walter Negrão, a gaúcha interpreta Amélia, uma ex-modelo de origem humilde que mantém um casamento por interesse com o fazendeiro Max, papel interpretado pelo veterano ator Lima Duarte. A trama ganha um novo rumo quando Amélia se envolve afetivamente com o jovem Vitor Vilar, personagem vivido pelo ator Thiago Fragoso. A personagem já é um marco na carreira de Júlia e vem arrancando elogios de público e crítica.

Além da novela, a intérprete está em cartaz no espetáculo 'Deus da Carnificina', de Yasmina Reza, com direção de Emílio de Mello. Nesta deliciosa comédia, Júlia interpreta Annete, uma mãe protetora. Ao lado da atriz Deborah Evelyn e dos atores Orã Figueiredo e Paulo Betti, a atriz entrega-se de corpo e alma a personagem.

Em um dia agitado no Rio de Janeiro, Júlia recebeu nossa equipe em seu camarim. Muito carinhosa e atenciosa com todos ao seu redor, a estrela falou, em entrevista exclusiva, sobre o espetáculo, família, projetos para 2011 e disse ainda a notícia que gostaria de ver estampada na capa de um jornal: "Não há mais a linha de pobreza.", sentenciou a atriz.

A seguir, confira a entrevista dessa atriz dinâmica.

Revista Camarim(RC): Você já conhecia o texto da Yasmina Reza (autora do espetáculo 'Deus da Carnificina') ?

Não. Já tinha ouvido falar desta peça. Muito bem por sinal, mas não tinha lido. Vi outras peças dela que já tinha gostado muito.
RC: O que mais chama a sua atenção no texto da autora?

Ela faz um texto certeiro, sem excessos. Ela dosa um humor crítico, sem "psicologismos", é muito gostoso o jogo que ela propõe aos personagens.
RC: No espetáculo, sua personagem Annete é muito intensa. Você se inspirou em alguém para compor a personagem?

Não exatamente. Ela foi surgindo nos ensaios, a partir de improvisações, das observações do Emílio de Mello [diretor do espetáculo], que me sugeriu ver uns filmes com a Geena Rolands, que faz tão bem uma mulher a beira de um ataque de nervos, ou além dele. Entretanto, Annete foi a mistura de tudo, e tudo estava no texto.
RC: Foi difícil a composição da personagem?

Até achar o caminho, sempre é. A gente nunca sabe nada, até se inspirar e se deixar levar na viagem da construção dela.
RC: Gostou do resultado? Você é muito critica com si mesma?

Gosto muito do resultado do espetáculo como um todo. Acho que cada um de nós é parte importantíssima dele. Não existimos um sem o outro, a gente se ajuda a construir esse resultado. Sou bem severa comigo, mas já sei entrever alguns méritos e relaxar quando as coisas não saem como eu esperava. Sempre tem o outro dia pra acertar, pelo menos no teatro.
RC: Na peça, dois casais começam uma briga por causa dos filhos. Fora de cena você já passou por alguma situação parecida?

Não assim. Coisas mais leves. Brigas de crianças acontecem, nada tão radical, mas tem muitos casos piores do que esse por aí, com certeza.
RC: O espetáculo fala da relação humana. Qual o maior defeito do ser humano? Por quê?

A intolerância. É um dos piores, você não ser capaz de aceitar as diferenças, não admitir que existam outras verdades que não a sua. Tem a ver com tantas guerras e preconceitos. É bem triste.
RC: Como está sendo ser dirigida pelo ótimo Emilio de Mello?

Ele é bárbaro, perspicaz, atento a tudo, um ator também especial, muito certeiro no que queria e dizia, e diz ainda. O bom também é que ele está por perto ainda trabalhando os detalhes. Foi uma descoberta e um prazer trabalhar com alguém que te exige e te dá o seu melhor.
RC: Qual é a sensação em dividir a cena com os atores Paulo Betti, Deborah Evelyn e Orã Figuereido?

São grandes companheiros. Somos os quatro mosqueteiros, um por todos e todos por um! Estamos felizes juntos, fazendo um trabalho bacana e cheios de figurinhas pra trocar. É muito bom estar com atores tão inspirados e dedicados ao teatro, fora que tem muito bom humor e carinho entre a gente.
RC: O espetáculo está sendo muito bem recebido pela critica. Você esperava esse sucesso?

Sabia que era um texto muito festejado por onde passava: Paris, Nova York, Berlim, Barcelona, Argentina. Fora que era um texto disputado aqui. Tivemos sorte de conseguir fazê-lo, e fazer com categoria. Eu acho merecido o reconhecimento de um trabalho tão caprichado por todos: produção, cenografia, luz, direção, elenco, etc.
RC: Como é a Júlia fora do camarim?

Corro para todo lado. Gravando novela, sendo mãe, dona de casa, esposa, e chegando na hora ao teatro!
RC: Ainda bate aquele friozinho na barriga antes de entrar em cena?

Sempre. O jogo nunca está ganho. Tem que jogar, estar pronto para o inesperado. É que nem viver: é melhor estar atento e se entregar, mas sem frio na barriga não tem graça.
RC: Com quem você dividiria o camarim?

Adoro dividir o camarim, sempre tive boas companhias. Ando com saudades da época que dividia com o Alexandre [Borges], meu marido e melhor companheiro, um ator maravilhoso e muito bom de camarim!
RC: Como você descobriu o dom pela arte?

Aos poucos. Fazendo, errando, aprendendo a escutar, estudando, intuindo que esse era o meu caminho.
RC: Qual foi o seu filme inesquecível? Por quê?

'Amarcord' do Fellini. É o filme de uma vida, de uma poesia e loucura...
RC: Qual foi o seu primeiro trabalho profissional como atriz?

Uma novela na Bandeirantes, 'Os Adolescentes' de Ivani Ribeiro.
RC: Você é religiosa?

Sou uma pessoa de fé. Fui batizada na igreja católica, onde casei, mas me interesso por todas as religiões. Acho que está tudo conectado.
RC: Qual o significado do teatro em sua vida?

Significa trabalho e dedicação. Ele transforma pó em ouro, ajuda a gente a ter fôlego e fibra. Faz a gente entender melhor a vida.
RC: Recentemente, foi lançado o livro 'Lilian Lemmertz – Sem rede de proteção', obra que retrata a vida de sua mãe. Como foi relembrar alguns momentos marcantes na vida dessa magnífica atriz?

Foi muito bom poder reunir, num único lugar, grande parte da história dela de atriz. É um documento importante. Tive saudades e gratidão por poder estar em contato tão próximo com as lembranças dela.
RC: A idéia do livro foi sua?

A coleção 'Aplauso' já havia me procurado pra pensar no livro, se eu gostaria de fazer, mas não me senti capaz de fazê-lo sozinha, e um tempo depois o Cleodon [Coelho] me procurou querendo escrever. Conversamos e entreguei a ele todo material que eu tinha e ele foi se aprofundando na pesquisa e falando com as pessoas que trabalharam com ela. Enfim, foi um longo e belo trabalho.
RC: Pensa em transformar a obra em um filme?

Não. Acho que o livro já comunica muito, e ela mesma já fez filmes lindos.
RC: Atuar é...

...viver. A gente atua o tempo todo, de diferentes formas. No caso do ator, vivemos disso.
RC: Na novela 'Araguaia', sua personagem Amélia casou por interesse. Você se inspirou em alguém para compor a personagem?

Não. E nem é tão simples assim, existe um autor que é o Walter Negrão, que justifica essa escolha dela, não só por interesse, por necessidade, por não ter outra saída. Enfim, novelas são histórias que você tem que embarcar, ela própria já te leva.
RC: Como é dividir a cena com o ator Lima Duarte?

Ele é incrível. Cheio de vida e energia. Lima [Duarte] é exigente em cena, com ele e com os que estão ao seu lado.
RC: Na trama, Amélia irá se apaixonar por um homem mais novo. Em sua opinião, a mulher ainda sofre preconceito por ser envolver com o parceiro mais jovem?

Acho uma hipocrisia isso de uma mulher mais velha não poder ter um relacionamento com um homem mais novo. O contrário é perfeitamente possível e ninguém contesta, acha até bacana. É um pensamento machista e eu não dou a mínima pra ele. Cada um que seja feliz do jeito que achar que deve.
RC: Qual é o seu maior sonho?

Ter saúde pra envelhecer bem. Podendo exercer a minha profissão, ver meus filhos terem os seus filhos, ver o mundo mudar e eu junto com ele.
RC: Por falar em mudanças, qual a notícia que você gostaria de ver estampada na capa de um jornal?

"Não há mais a linha de pobreza. Estamos todos acima dela: alimentados, educados e empregados."
RC: Qual o seu maior medo?

Ser dependente fisicamente. Perder a memória, ficar incapaz de viver bem.
RC: Quais são as suas expectativas para 2011?

Espero que essas mudanças que começaram a apontar nesse ano de 2010 se concretizem. Que a gente ande pra frente, apresente soluções, que seja para o bem comum. E que a nossa peça continue em cartaz com sucesso por onde passar!
RC: Deixe um recado para os seus fãs.

Obrigada sempre pelo carinho, muita saúde, amor e paz na vida e consciência. Vamos nos ajudar, ser mais tolerantes e generosos, pode ser tão mais fácil...

Site da Revista: http://www.revistacamarim.com.br/

Bastidores da peça!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Matéria muito boa que saiu no Video Show mostrando um pouco da intimidade dos atores nos bastidores da peça!!

Jodie Foster e Kate Winslet em novo filme de Polanski

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Após ser libertado da prisão domiciliar a qual esteve nos últimos meses, Roman Polanski , de O Escritor Fantasma e O Pianista, começa a trabalhar em seu próximo longa-metragem. O alvo escolhido é a peça teatral “O Deus da Carnificina”, de Yasmina Reza, exibida com sucesso na Broadway e na Europa.

A história se passará no bairro do Brooklyn, em Nova York, e acompanhará a decomposição no relacionamento entre dois casais de pais estressados, que tentam resolver uma briga entre os filhos. No elenco já estão confirmados Jodie Foster (Contato), Christopher Waltz (Bastardos Inglórios), Kate Winslet (O Leitor) e Matt Dillon (Crash – No Limite).

A previsão é que as filmagens aconteçam no primeiro semestre de 2011. Como Polanski não pode ir aos Estados Unidos, devido à condenação por ter tido relações sexuais com uma menor de idade, o Brooklyn será recriado em plena Paris.

Vale lembrar que “O Deus da Carnificina” está em exibição nos palcos cariocas, no Teatro Maison de France, com elenco formado por Júlia Lemmertz, Orã Figueiredo, Paulo Betti e Deborah Evelyn.
-------------------------------------Adoro Cinema

Julia Lemmertz agradece presença do marido em peça: “Ele me dá sorte”

Após apresentação, a atriz ganhou um beijo carinhoso de Alexandre Borges

Julia Lemmertz contou com um fã especial durante a estréia de sua peça “Deus da Carnificina”, no Rio de Janeiro, na noite de terça-feira (31). Alexandre Borges, ator de “Ti-ti-ti”, aplaudiu o trabalho da mulher. “Foi demais, foi demais. Ainda bem que ele chegou a tempo porque ele me dá sorte”, comentou a atriz, ao sair do camarim. Assim que se encontrou, o casal trocou beijos e carinhos.

“Foi ótima a estreia. Dá um nervosinho, mas, depois, passa. O texto é ótimo. É uma doideira, uma lente de aumento da vida real. Na verdade, essa peça é bem cruel com as pessoas porque fala das máscaras. E o Emílio (diretor da peça) tem uma direção muito precisa”, disse a atriz, feliz com o resultado do trabalho.
Orgulhoso, Alexandre teceu elogios ao falar do desempenho da mulher. “Ela está sempre me surpreendendo e deu um show. Foi uma atuação muito equilibrada. Eu adorei. Não tinha visto nem os ensaios. Os atores estavam ótimos. Todos tiveram um desempenho fantástico e a peça fala de assuntos contemporâneos”, avaliou.

Enquanto a atriz estrela o novo espetáculo e grava cenas da próxima novela das seis, “Araguaia”, o ator vive Jacques Leclair, na trama “Ti-ti-ti”. Apesar das agendas apertadas de ambos, Alexandre conta que sempre que possível eles procuram se ajudar. “Demos apoio um ao outro. A gente se ajuda muito. Nossas agendas estão umas loucuras. Mas é isso, temos que aproveitar a maré de trabalho.”
O ator ainda deu a receita para que o casamento dê certo. “O casamento é feito, acima de tudo, de amor, da vontade de estar junto, daquele fogo, da vontade de caminhar de mãos dadas. E é isso que nós temos".

Julia se mostrou ser fã da novela das sete e sempre procura assistir ao trabalho do marido. “Eu adoro. Não deixo de ver um capítulo. Até queria fazer um vestido com o Jacques Leclair”, disse. Na trama, Alexandre precisa usar um figurino considerado extravagante. Caso o ator tenha vontade de incorporar os looks na vida real, Julia contou que não vê problema. ”Não ia me importar. Ele pode tudo, até sair pintado de verde. Está tudo certo”, disse, aos risos.

Renata Sorrah aprovou o trabalho. "Adorei a peça. Tem um humor ácido e todas as pessoas se identificam com os personagens, porque a gente se reconhece no dia a dia. A Débora (Evelyn) é uma querida, é minha sobrinha e grande atriz. Também adoro a Julinha (Lemmertz). Somos todos amigos", disse ela que tem buscado novos projetos nos palcos. "Agora estou procurando bons textos, lendo bastante e, por enquanto, não tenho projeto de novela, embora esteja com muita vontade de fazer."

Caio Blat foi acompanhado da mulher, Maria Ribeiro, e aplaudiu as atuações. "A peça é maravilhosa, impactante", opinou. O ator tem aproveitado o tempo livre para cuidar o filho e para estudar novas propostas de trabalho. "Agora, estou esperando um bom personagem. O cinema atualmente está proporcionando aos jovens a chance de fazer uma boa carreira. No momento, estou com filhinho pequeno e curtindo muito essa fase", contou.

Déborah Evelyn faz parte do elenco da peça e se mostrou animada com o lançamento do trabalho. "Este espetáculo é sensacional, atual e que gera identidade imediata. É uma loucura porque parece uma lente de aumento da vida real. Fico sempre mais nervosa quando tem gente querida no palco, mas é bom porque todos mandam energia positiva."

Isis Valverde levou o namorado, Luis Felipe Reif Pepi, ao teatro, e se impressionou com o que foi apresentado. "Estou sem palavras, estou meio chocada porque essa peça me tocou de uma maneira... porque ela mostra a essência do ser", filosofou. José Wilker também esteve por lá. "Adoro essa peça. Vi oito vezes. Vi em Nova York, Londres, Paris e já tive vontade de fazê-la. Achei a montagem super bacana", disse ele, em referência a um roteiro famoso mundialmente.
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‘Deus da Carnificina’, chega ao Teatro Maison de France com Julia Lemmertz e Paulo Betti

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Rio - Tudo começa com uma simples briga entre crianças numa praça, mas termina em diálogos para lá de estressados e ironicamente divertidos, quando pais civilizados tentam resolver o incidente com os filhos. A história aparentemente comum da parisiense Yasmina Reza, tema da peça ‘Deus da Carnificina’, chega hoje ao Teatro Maison de France numa pré-estreia, às 21h — a estreia acontece na quinta-feira.

Julia Lemmertz, Paulo Betti, Orã Figueiredo e Deborah Evelyn vivem os pais das crianças, que se descontrolam e transformam a cortesia civilizada que rege a vida dos adultos num campo de batalha.
“São pessoas normais que impõem a superioridade extrema e, no fim, se desequilibram diante do problema. É uma comédia onde o público se enxerga e sai do teatro dando boas risadas”, conta a atriz Deborah Evelyn, que pela primeira vez interpreta um texto francês.

A atriz vive Verônica Hortiz, esposa de Michel (Orã Figueiredo), mãe do menino agredido que dá o pontapé na trama. Ela diz que o espetáculo entra no hall dos seus trabalhos preferidos. “Minha personagem começa a história muito dona da verdade, politicamente correta, superior aos argumentos alheios. Depois, perde totalmente o controle da situação”, relata Deborah, que já assistiu à peça em 2008, na Alemanha.“Quando vi, pensei: preciso fazer esse espetáculo”, confidencia ela, que viverá uma socialite invejosa na próxima novela das oito, ‘Insensato Coração’’.
‘Deus de Carnificina’ chega ao Rio depois de apresentações em pelo menos cinco países. Um dos maiores sucessos da temporada teatral europeia e americana, a peça já levou o Tony Awards 2009, na Broadway (uma espécie de Oscar teatral americano). A autora Yasmina Reza, considerada pela crítica especializada uma das melhores do momento, explodiu nos anos 90. “Escrevo um teatro de tensão, porque as tensões nos governam”, considera ela.

O Teatro Maison de France fica na Avenida Presidente Antônio Carlos 58, no Centro . O preço dos ingressos varia de R$ 60 a R$ 80. Mais informações: 2544-2533.